COVID-19 

Esgoto, e agora?

A ABES elaborou um documento com medidas importantes para prevenção do contágio pela água e por esgoto doméstico.

 

O documento destaca que, um estudo do Instituto Nacional Holandês de Saúde Pública e Meio Ambiente (Dutch National Institute for Public Health and the Environment) detectou o coronavírus em amostras de esgoto oriundas dos Países Baixos.

 

O mesmo documento afirma que, até o momento, o vírus transmissor da COVID-19 não foi detectado na água de abastecimento público, tratada com etapa de desinfecção.Para acessar o documento na íntegra, clique aqui.

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Pesquisas no Brasil

No Brasil, diversas pesquisas vêm mostrando a presença do vírus no esgoto e suas consequências.
Veja alguns dos principais:

Além do holandês, muitos outros estudos estão relacionando a pandemia com o esgoto ao redor do mundo:

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No Brasil a maioria das estações de tratamento de esgoto (ETEs) apresentam algum tipo de problema operacional que resulta na elevação dos custos de tratamento, na perda de eficiência e o consequente não cumprimento da legislação ambiental.

Além disso, os subprodutos do tratamento não possuem destinação final adequadas mesmo com o amplo conhecimento do elevado potencial de aproveitamento.

Neste sentido o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em ETEs Sustentáveis (INCT ETEs Sustentáveis) foi criado com o intuito de se tornar um centro de referência nacional e internacional para questões relacionadas ao tratamento de esgoto sanitário.

Algumas das principais publicações do INCT relacionadas a COVID-19:

Para mais informações acesse o site do INCT.

Artigos

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