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Resultados da Pnad Contínua mostram pouco avanço no acesso ao saneamento de qualidade

Os primeiros resultados do Censo 2022 têm ganhado bastante visibilidade, mas para o campo do saneamento é preciso olhar para outra pesquisa do IBGE lançada recentemente: a Pnad Contínua. A pesquisa traz informações sobre as características dos domicílios e moradores para o ano de 2022. Essa mesma família de informações, no Censo, pode levar até dois anos para serem divulgadas! O recado que os dados da Pnad revelam é preocupante: em três anos, avançamos muito pouco no acesso ao saneamento de qualidade.

Em 2019, 68,2% dos domicílios estavam conectados à rede de esgoto ou fossa ligada à rede. Passados três anos, o indicador evoluiu apenas 1,3% e está em 69,5%. Em 2022, 22,7 milhões de domicílios não tinham acesso à rede coletora. O plano de saneamento básico nacional, o Plansab, estimou que em 2023 o Brasil deveria estar coletando o esgoto de 84,4% da população para conseguir alcançar as metas de universalização até 2033. As regiões Norte e Nordeste continuam concentrando os maiores déficits, com 31,1% da população do Norte atendida e 50,1% do Nordeste, em contraste com Sudeste, que chega a 89,1%.






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